Em alguns pontos adjacentes ao centro da cidade é visível a presença de pontes aéreas e sinais luminosos, já em outros nota-se uma realidade contrária, portanto, crítica para quem necessita fazer uso da Estrada Nacional 230 devido a longevidade que existe entre as passagens aéreas.
Para o bem da Educação a nível nacional, urge abrir-se um ciclo de debates sobre estruturação, organização, e dimensão do sistema de inspectivo em todos âmbitos de intervenção tais como nas escolas centrais e na própria instituição
É uma enchente que só Deus pode ter compaixão e o diabo sorri, porque este é amigo das desgraças, da irresponsabilidade e da má gestão.
Depois de mais de quarenta anos ausente da terra-pátria, eis que estou de regresso e o que vejo é um país orgulhoso de si e do seu povo.Sou um simples cidadão que apesar de ter sofrido os mais duros sacrifícios devido à guerra, ainda é capaz de se olhar ao espelho e dizer que existe e está aqui, ainda, para dar tudo para que Angola não volte a sofrer o que sofreu.
Pode ser que a minha análise sobre a actualidade sócio-política e económica portuguesa seja por alguns considerada ridícula, mas arrisco mesmo em dizer que, mesmo sendo ridícula, penso que deve ser respeitada, mesmo discordando-se dela.
Há quem comece já a cobrar as promessas eleitorais dos partidos políticos da nossa praça.
A saga da rua Senado da Câmara continua e agora pinta um quadro de absoluta podridão.
Tinha marcado viagem para Angola, com o intuito de passar, pela primeira vez em trinta anos, umas belas férias em Luanda ou noutra província qualquer.
Há tempos estive num dos restaurantes espalhados pela Baixa de Luanda e notei que alguns angolanos que, como eu, acabam de regressar ao país, estavam com cara de poucos amigos.
Acabo de regressar à Angola, o meu país, que deixei muitos anos antes da guerra ter terminado.Fui daqueles que tive que abandoná-lo em circunstâncias nada dignas para um jovem de família de brandos costumes, toda ela religiosa, temente a Deus e contra a guerra de qualquer tipo. Hoje, reconheço que depois de mais de vinte anos fora, devo contribuir para que compense tudo o que os meus compatriotas fizeram para que Angola seja aquilo que merece; um país de paz, reconciliado consigo mesmo, amigo dos seus vizinhos e disposto a acolher todos quantos acreditam no seu destino.
Saúdo a vossa revista por ter, há já alguns meses, conquistado um prémio internacional, prestigiando o percurso de catorze anos que tem, sempre com a mesma determinação, espírito inovador e,sobretudo, pela sua linha editorial isenta e responsável. Posto isto, auguro votos de longa vida, sempre na senda de se passar, na base de uma informação real e no tempo certo, todas as manifestações dos leitores. Parabéns.
São raras as instituições públicas onde o cidadão vá e não saia de lá com a cara trancada. Parece que anda toda a gente muito mal disposta nos seus locais de serviço. Sou um funcionário público aposentado e tenho mil razões para me queixar do péssimo atendimento destas instituições que só sobrevivem porque as pessoas que lá funcionam são pagas e beneficiam de certas regalias concedidas pelo Estado, que, afinal, somos todos nós e como tal obrigados a servi-lo . Apenas isso.