O ano está a terminar e, nesta altura repetimos as reportagens sobre o Natal e o final do ano. Muitas vezes esquecemo-nos que falar da harmonia destas datas, é hipocrisia, quando não pensamos nos maus momentos que fizeram parte do nosso ano e sobre os quais devemos reflectir como forma de preparar melhor o seguinte.
Antes de atermo-nos pensarmos em comemorações e festejos, urge pensar no ano que se avizinha, pegarmo-nos numa grande reflexão sobre o ano que agora termina. E diga-se em abono da verdade, 2015 foi recheado de atropelos com vários fenómenos que surgiram na sociedade.
Ao longo do ano, falamos de problemas como a falta de energia eléctrica e água potável, corrupção, o acesso à educação e saúde, e embora se conheçam pulos significativos nestas áreas, é importante sabermos que antes de tudo, existem entre os jovens questões que precisam de ser vistas com olhos clínicos, como é o problema do respeito e Amor ao próximo. Problemas que têm sido deixados para trás mas que precisam de ser vistos como muito sérios.
A mentalidade jovem precisa de transformação de forma que ainda se consiga arranjar um porto seguro para onde se leve o barco que quase se afunda. Através de uma conversa com dois especialistas bem conhecidos da nossa praça social conheçamos um bocado mais a fundo os fenómenos com que a sociedade convive hoje, como forma de pensarmos cada um na mudança que só assim, caminharemos para o real resgate de valores que a sociedade angolana precisa.
Uma conversa que sem ser propriamente uma entrevista, atrevi-me a chamar-lhe um atiçar as feras num debate animado com os psicólogos João Paulo Ganga e Maria da Encarnação Pimenta